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SUPERMAX: UMA ANÁLISE

supermax

Depois de 3 episódios, finalmente me sinto confortável de emitir alguma opinião sobre a série SUPERMAX. Ainda bem que eu esperei, porque a impressão do primeiro capítulo foi consideravelmente mudada.

Aliás, eu poderia ter visto a série on demand, já que está disponível os 11 primeiros capítulos na globo play, restando apenas o último a ser visto na TV mesmo. Porém, ainda cultivo o gosto do capítulo por semana. Experiências on demand eu posso ter a qualquer momento com o Netflix, no entanto testar o conteúdo de uma série assistindo-a uma por semana é uma boa forma de testar o formato que eu tanto gosto. Para além da ansiedade de espectador de saber logo quais são todos os segredos de uma estória, tenho vívida a curiosidade de saber se no final de um episódio eu vou ter vontade de ver o seguinte na outra semana. E essa vontade eu senti nos episódios de Supermax.

No primeiro episódio, o formato de reality tosco me incomodou profundamente. Eu sei que este foi o formato escolhido para apresentar os personagens, mas a produção e os criadores da série levaram a sério demais a brincadeira. Estava muito chata todas as referências ao Big Brother, sendo que isso foi apregoado desde a primeira propaganda da série. A presença do Bial nem me incomodou pessoalmente, mas que ele não estava bem no seu papel de Bial do BBB, isso ele não estava mesmo.

supermaxrotiristas

O time de feras do terror que escreveram a série e o diretor.

Ainda bem que logo no final do primeiro episódio o formato de reality show foi pelos ares e, aí sim, Supermax mostrou sua cara. Bastou o monitor em que o apresentador aparecia se desligar para os personagens começarem a mostrar as diversas facetas das suas personalidades. Inclusive, os melhores personagens e as interpretações mais interessantes são exatamente dos atores com as caras mais desconhecidas. Neles a gente não decifra nada, porque não temos background nenhum e eles parecem saber disso.

O grande defeito da série, depois do formato reality ter se acabado, é as duas caras mais conhecidas: Mariana Ximenes e Cléo Pires. Elas duas não precisavam estar ali (ou precisavam, porque era preciso ter algum nome conhecido para atrair público e dar legitimidade ao projeto), mas todo episódio eu fico rezando para as personagens morrerem. Mariana e Cléo, ao surgirem na tela, emanam todo o ar de telenovela, através dos seus gestos e modo de falar, que não é a proposta da série, ainda mais de terror. Considerando que o objetivo é te deixar na beirinha do sofá, quando elas aparecem, no meu cérebro liga a chavinha que diz “ah, é uma ficção e nada de mal vai acontecer, talvez até surja uma história de amor”. Elas não conseguiram quebrar seus estereótipos que tão bem casam com o formato de novela, mas em série (e nessa série especificamente) só atrapalha.

Por fim, Supermax passou no meu teste dos 3 primeiros episódios. A história tá legal, tá tenso e cada episódio eu tenho que segurar minha curiosidade para não correr para a globo play para ver o episódio seguinte. No mais, só desejo às personagens das atrizes globais uma morte bem chocante e que encha a tela de sangue para eu curtir ainda mais esta série S2.

E logo prometo postar um texto sobre a outra série NADA SERÁ COMO ANTES, que não tem 3 episódios ainda, mas já tenho algumas opiniões sobre.

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Publicado em 5 de outubro de 2016 por em Sem categoria.
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